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35 anos impactando sua geração com um estilo de vida que declara que Jesus Cristo é o Senhor.

Pr. Marco Peixoto

Fundador e Pastor Presidente da CEIZS

O Pr. Marco Peixoto é um homem de Deus cuja fé inspira e desafia milhares de pessoas ao redor do mundo. É um avivalista que dedica a sua vida para ver todos aqueles que o ouvem serem cheios da mesma chama que há em seu coração: o Espírito Santo. Com ousadia, intrepidez e pioneirismo desenvolve projetos nas áreas de formação de liderança e evangelismos criativos. Seus livros sobre o poder da fé e os programas de televisão e rádio que apresenta são instrumentos pelos quais tem feito o evangelho chegar a incontáveis multidões.

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Gn 40-42

Gênesis 40

1 E aconteceu depois destas coisas, que o copeiro do rei do Egito e o padeiro transgrediram contra seu senhor o rei do Egito.

2 E irou-se Faraó contra seus dois eunucos, contra o principal dos copeiros, e contra o principal dos padeiros:

3 E os pôs em prisão na casa do capitão dos da guarda, na casa do cárcere onde José estava preso.

4 E o capitão dos da guarda deu responsabilidade deles a José, e ele lhes servia: e estiveram dias na prisão.

5 E ambos, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que estavam detidos na prisão, viram um sonho, cada um seu sonho em uma mesma noite, cada um conforme a declaração de seu sonho.

6 E veio a eles José pela manhã, e olhou-os, e eis que estavam tristes.

7 E ele perguntou àqueles oficiais de Faraó, que estavam com ele na prisão da casa de seu senhor, dizendo: Por que parecem hoje mal vossos semblantes?

8 E eles lhe disseram: Tivemos um sonho, e não há quem o declare. Então lhes disse José: Não são de Deus as interpretações? Contai-o a mim agora.

9 Então o chefe dos copeiros contou seu sonho a José, e disse-lhe: Eu sonhava que via uma vide diante de mim,

10 E na vide três sarmentos; e ela como que brotava, e surgia sua flor, vindo a amadurecer seus cachos de uvas:

11 E que o copo de Faraó estava em minha mão, e tomava eu as uvas, e as espremia no copo de Faraó, e dava eu o copo em mão de Faraó.

12 E disse-lhe José: Esta é sua declaração: Os três sarmentos são três dias:

13 Ao fim de três dias Faraó te fará levantar a cabeça, e te restituirá a teu posto: e darás o copo a Faraó em sua mão, como costumavas quando eras seu copeiro.

14 Lembra-te, pois, de mim para contigo quando tiveres esse bem, e rogo-te que uses comigo de misericórdia, e faças menção de mim a Faraó, e me tires desta prisão:

15 Porque furtado fui da terra dos hebreus; e tampouco fiz aqui para que me houvessem de pôr no cárcere.

16 E vendo o chefe dos padeiros que havia interpretado para o bem, disse a José: Também eu sonhava que via três cestos brancos sobre minha cabeça;

17 E no cesto mais alto havia de todos os alimentos de Faraó, obra de padeiro; e que as aves as comiam do cesto de sobre minha cabeça.

18 Então respondeu José, e disse: Esta é sua declaração: Os três cestos três dias são;

19 Ao fim de três dias tirará Faraó tua cabeça de sobre ti, e te fará enforcar na forca, e as aves comerão tua carne de sobre ti.

20 E foi o terceiro dia o dia do aniversário de Faraó, e fez banquete a todos os seus servos: e levantou a cabeça do chefe dos copeiros, e a cabeça do chefe dos padeiros, entre seus servos.

21 E fez voltar a seu ofício ao chefe dos copeiros; e deu ele o copo em mão de Faraó.

22 Mas fez enforcar ao principal dos padeiros, como lhe havia declarado José.

23 E o chefe dos copeiros não se lembrou de José, ao invés disso lhe esqueceu.

Gênesis 41

1 E aconteceu que passados dois anos teve Faraó um sonho: Parecia-lhe que estava junto ao rio;

2 E que do rio subiam sete vacas, belas à vista, e muito gordas, e pastavam entre os juncos:

3 E que outras sete vacas subiam depois delas do rio, de feia aparência, e magras de carne, e pararam perto das vacas belas à beira do rio;

4 E que as vacas de feia aparência e magras de carne devoravam as sete vacas belas e muito gordas. E despertou Faraó.

5 Dormiu de novo, e sonhou a segunda vez: Que sete espigas cheias e belas subiam de uma só haste:

6 E que outras sete espigas miúdas e abatidas do vento oriental, saíam depois delas:

7 E as sete espigas miúdas devoravam as sete espigas espessas e cheias. E despertou Faraó, e eis que era sonho.

8 E aconteceu que à manhã estava movido seu espírito; e enviou e fez chamar a todos os magos do Egito, e a todos os seus sábios: e contou-lhes Faraó seus sonhos, mas não havia quem a Faraó os interpretasse.

9 Então o chefe dos copeiros falou a Faraó, dizendo: Lembro-me hoje de minhas faltas:

10 Faraó se irou contra seus servos, e a mim me lançou à prisão da casa do capitão dos da guarda, a mim e ao chefe dos padeiros:

11 E eu e ele vimos um sonho uma mesma noite: cada um sonhou conforme a interpretação de seu sonho.

12 E estava ali conosco um jovem hebreu, servente do capitão dos da guarda; e o contamos a ele, e ele nos interpretou nossos sonhos, e interpretou a cada um conforme seu sonho.

13 E aconteceu que como ele nos interpretou, assim foi: a mim me fez voltar a meu posto, e fez enforcar ao outro.

14 Então Faraó enviou e chamou a José; e fizeram-lhe sair correndo do cárcere; e ele rapou-se a barba, mudou-se de roupas, e veio a Faraó.

15 E disse Faraó a José: Eu tive um sonho, e não há quem o interprete; mas ouvi dizer de ti, que ouves sonhos para os interpretar.

16 E respondeu José a Faraó, dizendo: Não está em mim; Deus será o que responda paz a Faraó.

17 Então Faraó disse a José: Em meu sonho parecia-me que estava à beira do rio:

18 E que do rio subiam sete vacas de gordas carnes e bela aparência, que pastavam entre os juncos:

19 E que outras sete vacas subiam depois delas, magras e de muito feio aspecto; tão abatidas, que não vi outras semelhantes em toda a terra do Egito em feiura:

20 E as vacas magras e feias devoravam as sete primeiras vacas gordas:

21 E entravam em suas entranhas, mas não se conhecia que houvesse entrado nelas, porque sua aparência era ainda má, como de antes. E eu despertei.

22 Vi também sonhando, que sete espigas subiam em uma mesma haste, cheias e belas;

23 E que outras sete espigas miúdas, definhadas, abatidas do vento oriental, subiam depois delas:

24 E as espigas miúdas devoravam as sete espigas belas: e disse-o aos magos, mas não há quem o interprete a mim.

25 Então respondeu José a Faraó: O sonho de Faraó é um mesmo: Deus mostrou a Faraó o que vai fazer.

26 As sete vacas belas são sete anos, e as espigas belas são sete anos; o sonho é um mesmo.

27 Também as sete vacas magras e feias que subiam atrás elas, são sete anos; e as sete espigas miúdas e definhadas do vento oriental serão sete anos de fome.

28 Isto é o que respondo a Faraó. O que Deus vai fazer, mostrou-o a Faraó.

29 Eis que vêm sete anos de grande fartura toda a terra do Egito:

30 E se levantarão depois eles sete anos de fome; e toda a fartura será esquecida na terra do Egito; e a fome consumirá a terra;

31 E aquela abundância não mais será vista por causa da fome seguinte, a qual será gravíssima.

32 E o suceder o sonho a Faraó duas vezes, significa que a coisa é firme da parte de Deus, e que Deus se apressa a fazê-la.

33 Portanto, providencie Faraó agora um homem prudente e sábio, e ponha-o sobre a terra do Egito.

34 Faça isto Faraó, e ponha governadores sobre esta terra, e tome a quinta parte da terra do Egito nos sete anos da fartura;

35 E juntem toda a provisão destes bons anos que vêm, e acumulem o trigo sob a mão de Faraó para mantimento das cidades; e guardem-no.

36 E esteja aquela provisão em depósito para esta terra, para os sete anos de fome que serão na terra do Egito; e esta terra não perecerá de fome.

37 E o negócio pareceu bem a Faraó, e a seus servos.

38 E disse Faraó a seus servos: Acharemos outro homem como este, em quem haja espírito de Deus?

39 E disse Faraó a José: Pois que Deus te fez saber tudo isto, não há entendido nem sábio como tu:

40 Tu serás sobre minha casa, e pelo que disseres se governará todo o meu povo; somente no trono serei eu maior que tu.

41 Disse mais Faraó a José: Eis que te pus sobre toda a terra do Egito.

42 Então Faraó tirou seu anel de sua mão, e o pôs na mão de José, e fez-lhe vestir de roupas de linho finíssimo, e pôs um colar de ouro em seu pescoço;

43 E o fez subir em seu segundo carro, e proclamaram diante dele: Dobrai os joelhos; e pôs-lhe sobre toda a terra do Egito.

44 E disse Faraó a José: Eu sou Faraó; e sem ti ninguém levantará sua mão nem seu pé toda a terra do Egito.

45 E chamou Faraó o nome de José, Zefenate-Paneia; e deu-lhe por mulher a Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. E saiu José por toda a terra do Egito.

46 E era José de idade de trinta anos quando foi apresentado diante de Faraó, rei do Egito: e saiu José de diante de Faraó, e transitou por toda a terra do Egito.

47 E fez a terra naqueles sete anos de fartura a amontoados.

48 E ele juntou todo o mantimento dos sete anos que foram na terra do Egito, e guardou mantimento nas cidades, pondo em cada cidade o mantimento do campo de seus arredores.

49 E ajuntou José trigo como areia do mar, muito em extremo, até não se poder contar, porque não tinha número.

50 E nasceram a José dois filhos antes que viesse o primeiro ano da fome, os quais lhe deu à luz Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om.

51 E chamou José o nome do primogênito Manassés; porque disse: Deus me fez esquecer todo o meu sofrimento, e toda a casa de meu pai.

52 E o nome do segundo chamou-o Efraim; porque disse: “Deus me fez frutífero na terra de minha aflição”.

53 E cumpriram-se os sete anos da fartura, que houve na terra do Egito.

54 E começaram a vir os sete anos de fome, como José havia dito; e houve fome em todos os países, mas em toda a terra do Egito havia pão.

55 E quando se sentiu a fome toda a terra do Egito, o povo clamou a Faraó por pão. E disse Faraó a todos os egípcios: Ide a José, e fazei o que ele vos disser.

56 E a fome estava por toda a extensão daquela terra. Então abriu José todo depósito de grãos onde havia, e vendia aos egípcios; porque havia crescido a fome na terra do Egito.

57 E toda a terra vinha ao Egito para comprar de José, porque por toda a terra havia aumentado a fome.

Gênesis 42

1 E vendo Jacó que no Egito havia alimentos, disse a seus filhos: Por que estais olhando uns para os outros?

2 E disse: Eis que, eu ouvi que há alimentos no Egito; descei ali, e comprai dali para nós, para que possamos viver, e não nos morramos.

3 E desceram os dez irmãos de José a comprar trigo ao Egito.

4 Mas Jacó não enviou a Benjamim irmão de José com seus irmãos; porque disse: Não seja acaso que lhe aconteça algum desastre.

5 E vieram os filhos de Israel a comprar entre os que vinham: porque havia fome na terra de Canaã.

6 E José era o senhor da terra, que vendia a todo o povo da terra: e chegaram os irmãos de José, e inclinaram-se a ele rosto por terra.

7 E José quando viu seus irmãos, reconheceu-os; mas fez que não os conhecesse, e falou-lhes asperamente, e lhes disse: De onde viestes? Eles responderam: Da terra de Canaã, para comprar alimentos.

8 José, pois, reconheceu a seus irmãos; mas eles não o reconheceram.

9 Então se lembrou José dos sonhos que havia tido deles, e disse-lhes: Sois espias; viestes ver a fraqueza desta terra.

10 E eles lhe responderam: Não, meu senhor; teus servos vieram comprar alimentos.

11 Todos nós somos filhos de um homem; somos homens honestos; teus servos nunca foram espias.

12 E ele lhes disse: Não; viestes ver a fraqueza desta terra.

13 E eles responderam: Teus servos somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; e eis que o menor está hoje com nosso pai, e outro desapareceu.

14 E José lhes disse: Isso é o que vos disse, afirmando que sois espias;

15 Nisto sereis provados: Vive Faraó que não saireis daqui, a não ser quando vosso irmão menor vier aqui.

16 Enviai um de vós, e traga a vosso irmão; e vós ficai presos, e vossas palavras serão provadas, se há verdade convosco: e se não, vive Faraó, que sois espias.

17 E juntou-os no cárcere por três dias.

18 E ao terceiro dia disse-lhes José: Fazei isto, e vivei; eu temo a Deus;

19 Se sois homens honestos, fique preso na casa de vosso cárcere um de vossos irmãos; e vós ide, levai o alimento para a fome de vossa casa;

20 Porém haveis de trazer-me a vosso irmão mais novo, e serão comprovadas vossas palavras, e não morrereis. E eles o fizeram assim.

21 E diziam um ao outro: Verdadeiramente pecamos contra nosso irmão, que vimos a angústia de sua alma quando nos rogava, e não o ouvimos; por isso veio sobre nós esta angústia.

22 Então Rúben lhes respondeu, dizendo: Não vos falei eu e disse: Não pequeis contra o jovem; e não escutastes? Eis que também o sangue dele é requerido.

23 E eles não sabiam que os entendia José, porque havia intérprete entre eles.

24 E apartou-se ele deles, e chorou: depois voltou a eles, e lhes falou, e tomou dentre eles a Simeão, e aprisionou-lhe à vista deles.

25 E mandou José que enchessem seus sacos de trigo, e devolvessem o dinheiro de cada um deles, pondo-o em seu saco, e lhes dessem comida para o caminho; e fez-se assim com eles.

26 E eles puseram seu trigo sobre seus asnos, e foram-se dali.

27 E abrindo um deles seu saco para dar de comer a seu asno no lugar de parada, viu seu dinheiro que estava na boca de seu saco.

28 E disse a seus irmãos: Meu dinheiro se me foi devolvido, e ainda ei-lo aqui em meu saco. Alarmou-se, então, o coração deles e, espantados, disseram um ao outro: Que é isto que Deus nos fez?

29 E vindos a Jacó seu pai em terra de Canaã, contaram-lhe tudo o que lhes havia acontecido, dizendo:

30 Aquele homem, senhor da terra, nos falou asperamente, e nos tratou como espias da terra:

31 E nós lhe dissemos: Somos homens honestos, nunca fomos espias:

32 Somos doze irmãos, filhos de nosso pai; um desapareceu, e o menor está hoje com nosso pai na terra de Canaã.

33 E aquele homem, senhor da terra, nos disse: Nisto conhecerei que sois homens honestos; deixai comigo um de vossos irmãos, e tomai para a fome de vossas casas, e ide,

34 E trazei-me a vosso irmão o mais novo, para que eu saiba que não sois espias, mas sim homens honestos: assim vos darei a vosso irmão, e negociareis na terra.

35 E aconteceu que esvaziando eles seus sacos, eis que no saco de cada um estava o pacote de seu dinheiro: e vendo eles e seu pai os pacotes de seu dinheiro, tiveram temor.

36 Então seu pai Jacó lhes disse: Vós me privastes de meus filhos; José desapareceu, nem Simeão tampouco, e a Benjamim o levareis; contra mim são todas estas coisas.

37 E Rúben falou a seu pai, dizendo: Podes matar meus dois filhos, se eu não o devolver a ti; entrega-o em minha mão, que eu o devolverei a ti.

38 E ele disse: Não descerá meu filho convosco; que seu irmão é morto, e ele somente restou; e se lhe acontecer algum desastre no caminho por onde vades, fareis descer meus cabelos brancos com tristeza ao Xeol.

Bíblia Livre (BLIVRE), edição de fevereiro de 2018. © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles. Projeto Bíblia Livre · CC BY 4.0 · Fonte: eBible.org. Texto preservado; apresentação adaptada para leitura no site.

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